Os acionistas da seguradora Generali votaram contra a manutenção do atual CEO da companhia, Giovanni Perissionotto, devido aos recentes maus resultados da empresa.
Na reunião mencionada acima, a direção da Generali decidiu por maioria revogar os poderes conferidos a Giovanni Perissnotto como diretor-geral do grupo.
O Mediobanca, instituição bancária que é o maior acionista da Generali com 13 porcento, tem pressionado nos últimos tempos no sentido da saída de Perissnotto, apoiado pela Luxottica que detém 3 porcento da seguradora, a editora Agostina, com 2 porcento das ações, e a construtora Caltagirone que tem 2.27 porcento das ações da Generali.
Após o comunicado que deu conta deste afastamento, o preço das ações da
seguradora Generali
caiu ainda mais, atingindo uma quebra de 30 porcento desde o princípio do ano.
Foi aliás esta pressão acionista que levou à saída de Perissionoto, funcionário da seguradora italiana há quase trinta anos.

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